
Foi já apresentado o novo modelo para a função pública que permite despedimentos com justa causa e rescisões amigáveis, acaba com as promoções automáticas nas carreiras e prevê prémios por boa performance de um trabalhador ou de uma equipa. Finalmente!!
O modelo em vigor em Porgugal é totalmente viciado e irreal, contribuindo para que ano após ano o peso do Estado na economia seja cada vez maior. Por muito honestos que sejam a grande maioria dos funcionários públicos, que eu acredito que o são, um modelo de trabalho para a vida com promoções automáticas acaba sempre por viciar qualquer um. Só a exigência de resultados associado ao reconhecimento do mérito pode levar à motivação dos trabalhadores para um desempenho cada vez melhor.
Esta medida é um bom começo para a velha máxima liberal: Menos Estado, Melhor Estado.
Comentários
Recebi também ontem uma
Recebi também ontem uma notícia sobre o novo Estatuto da Carreira Docente para os professores universitários, que está em preparação, embora no segredo dos deuses, e que será discutido na Assembleia da República no próximo mês de Abril.
A versão do Estatuto que eu vi prevê o corte do "subsídio de dedicação exclusiva" - o qual equivale a, grosso modo, um terço do salário - a professores que não obtenham a classificação de "Bom". E prevê a possibilidade de despedimento de professores que sejam classificados como tendo um desempenho "Insatisfatório".
Se o Estatuto avançar nesta forma, será uma brutal machadada nas expetativas de muitos professores (cortar um terço do salário faz mossa!), e levantará certamente enorme protesto.
meritocracia
Na altura das mudanças vai haver muita gente insatisfeita, mas no final haverá mais justiça e teremos muito mais eficiência.
Relativamente ao caso dos professores universitários é sem dúvida um processo duro.
Mas é o que já acontece em países como Inglaterra e os EUA e estem sem dúvida que têm uma eficiência enorme a nível universitário.