Países islâmicos adulteram a Declaração Universal dos Direitos do Homem

Retrato de Miguel Duarte

A Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas passou na semana passada uma resolução que pede aos governos para criar legislação que proiba a difamação da religião, com especial enfoque no Islão (8 parágrafos).

Basicamente, o objectivo é que seja proibida a crítica ao Islão, o que inclui obviamente situações como as leis Sharia, que tornam legal o apedrejamento de mulheres até à morte por adultério, o enforcamento de gays ou o casamento forçado de raparigas com nove anos de idade.

Os votos esclarecedores da posição de cada país foram:

A favor (24): Algeria, Azerbaijan, Bahrain, Bangladesh, Cameroon,
China, Cuba, Djibouti, Gabon, Indonesia, Jordan, Malaysia, Mali,
Mauritius, Mexico, Morocco, Pakistan, Philippines, Russian Federation,
Saudi Arabia, Senegal, South Africa, Sri Lanka and Tunisia.

Contra (14): Canada, Czech Republic, Finland, France, Germany,
Guatemala, Japan, Netherlands, Poland, Republic of Korea, Romania,
Switzerland, Ukraine and United Kingdom.

Asbenções (9): Argentina, Brazil, Ecuador, Ghana, India, Nigeria,
Peru, Uruguay and Zambia.

Comentários

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Vou ler

Vou tentar ler a resolução e não só a noticia sobre a resolução, no entanto julgo um contracenso tal resolução ter sido aprovada.

Julgo que difamação já é proibido (pelo menos em Portugal), no entanto é diferente de criticar. E a critica seja a quem for nunca deve ser proibida.

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