She was the most fierce catholic person that I’ve known. She was catequist; and she mentioned faith, Jesus or God (not in vain) in every conversation, in almost every sentence she said. There are not many people in rural Portugal who know or talk about the freemasonry – but there she was, blaming those who mocked the Holy Cross.
And yet, this ultra-religious person that blamed divorce as a source of infinite evil, she was capable of surprising me. The last time I saw her, she talked about marriage. Today, people are not tolerant, and divorce is a plague. But, then again, she talked about her own marriage. She has been married for almost 50 years... a happy marriage, I suppose? Yes, but yet, she had some problems:
“Ele empiteirava-se…”
Ok, she complained a little of the alcohol problems of her husband. And what did she do about? Of course, she didn’t left him; you don’t walk away from your commitment. However, she didn’t remained silent: “ele começou a dizer que se suicidava por causa de nós e eu comecei a dizer na rua como é que as coisas se passavam. Sim, que as pessoas também acabavam por perceber…”
Was she raising false testimonial? No. Was she difamating her husband? I’m not sure... problably not. What impressed me was that she was using tactics to tackle the situation – using the public space to defend herself in the private space – that I would link to Feminism, of Protestant societies...
Maybe that tactics is part ot Catecism of the Catholic Church, as mentioned by Dr. Arroja in his blog? I don’t know. What I know is that today, “se calhar não aturava tanta coisa.” Is this a sign that Catholic societies are being progressively conquered by protestant values, even among the loyalest people? Or, does it simple mean that Catholic women are more aware that God doesn’t tell them to be like “mulas”?

Esta foi ouvida e vista ontem no telejornal da RTP 2.
Está a ser rodado no Porto um filme cujos atores são estrangeiros mas cujo produtor é o português Paulo Branco. Entrevistaram um ator francês, aparentemente bastante conhecido. Perguntaram-lhe o que pensava de Paulo Branco. Respondeu (sic): "É um tipo muito inteligente e brilhante, portanto, creio que não se trate de um português típico."

Instado a comentar o facto de a sua esposa ter participado na manifestação de professores, o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, respondeu: "Não comento a vida privada da minha mulher."


O líder do Partido Conservador britânico afirmou que espera vir a estar presente na cerimónia de "união civil" (equivalente ao casamento, quando as pessoas são do mesmo sexo) entre o seu candidato a ministro da economia e o respetivo parceiro. Mais afirmou estar "absolutamente encantado" pela união, e desejar aos dois amantes as maiores felicidades.
Espero que se a união civil, ou casamento, entre Paulo Portas e Luís Nobre Guedes algum dia se vier a realizar, ela também seja motivo de grande regozijo para o Partido Popular.

Cada um é livre de brincar com as pistolas e as espadas que quiser. Mas quem quiser brincar com as espadas dos outros tem primeiro de pedir para o fazer. É que, enquanto os senhores que vestem "factos" de cabedal (mas por que é que vocês quando falam comigo fazem questão de escrever disparates destes? já o outro me tinha vindo com as "abévias") brincam com os "factos" deles, há pessoas que gostam de mexer nas espadas e nas pistolas dos outros sem pedir licença nem dar desculpas.
O que é muito feio. Assim me educaram desde criança - como diziam alguns cartazes na campanha do aborto, permitam-me a corruptela, eu mando na minha espada e tu mandas na tua - e quem não aprendeu isto no berço, não há-de ser depois de biologicamente crescido que há-de adquirir a necessária maturidade.
Não sei, enfim, se se trata de uma questão de liberalismo ou não. Ao fim e ao cabo, à primeira vista, parece-me a mim que brincar com as espadas dos outros sem lhes pedir autorização é apenas má educação.
Mas todo um tratado político poderia ser escrito a respeito daquelas correntes ideológicas que se fundam na perspectiva de que ser livre é fazer o que se quiser, atropelando o direito de cada um mandar na sua espada. Um homem só é livre se mandar na sua espada, ou na sua pistola. Essas perspectivas que afirmam que quando impedimos alguém de roubar as espadas dos outros estamos a colocar entraves inaceitáveis à liberdade sofrem, poder-se-ia dizer, de uma infantilidade política que decorre de um atraso no desenvolvimento psico-afectivo-social dos seus apoiantes.
Parece-me a mim que estes libertinos, mal-educados e bem nascidos teriam precisado, para outras inclinações ideológicas os inspirarem, de levar umas belas palmadas no rabiosque quando a idade era de feição a tais empreendimentos por parte dos (que deveriam ter sido) seus educadores.
Em todo o caso, consta que os senhores que andam de "factos" de cabedal - que, diga-se em abono da verdade e em benefício de alguma iluminação em tão fidalgos de nascimento (embora paupérrimos de conteúdo neuronal) encéfalos, ocupam em excesso as mentes destes libertinos enclausurados nos seus próprios fantasmas sexuais - não desatendem meninos mal comportados.
Creio este ser caso que merece ser elevado a material de futuras investigações que grandíssimo contributo darão para o incremento da nossa sapiência, tanto no âmbito da filosofia política e moral quanto no plano da pedagogia e bem assim da psicologia; digressões desta espécie poder-se-íam revelar de suma importância, encerrando um potencial infindo para desmontar as posições absolutamente iliberais de criaturas que confundem liberdade e libertinagem, dando origem àquilo que com toda a propriedade poderemos chamar de inversão - não já a sexual, mas a moral e política. De facto, é preciso ser muito invertido para achar aceitável expandir os nossos actos para o uso e abuso não consentido do nome e da reputação alheias, simultaneamente achando inaceitável que outros adultos cometam o crime de vestir roupas de que não gostamos, sejam factos de cabedal, facto e gravata ou qualquer outro facto que a nossa engenhosa capacidade de fantasticar - ou, mais prosaicamente, a nossa ignorância ortográfica - possa descortinar.

Golpes publicitários à parte, pois já toda a gente percebeu que o "O Insurgente" não foi tomado por ninguém, existe algo que me está a suscitar a curiosidade.
Não é que o dono do domínio "O Insurgente" é uma organização brasileira?
Pedro Sette Camara e Silva
Instituto Millenium
Praça Floriano 55 sala 1001 - CENTRO
Rio de Janeiro, RJ CEP 20031-050
E não, para quem não conhece, Pedro Sette Camara e Silva não é um esquerdista perigoso, mas sim um liberal dito "clássico" que tem um blogue que se chama O Indivíduo, nem o Instituto Millenium parece ser alguma associação esquerdista, muito pelo contrário.
E, só para descansar os mais desconfiados, verifiquei a história de alterações do domínio e não houve nenhuma alteração recente, nem sequer o IP do site alterou. Além disso, no mesmo servidor, sem qualquer "okupação", estão hospedados os sites pessoais de Pedro Sette Camara e Silva e o tal blogue "O Indivíduo". Além de outros, nos sites hospedados no mesmo servidor (IP 205.196.222.4) são de destacar os:

Via Cidadãos por Lisboa, as posições tomadas pelas forças políticas na CML relativamente à isenção de taxas ao Rock in Rio:
Votação dia 10 de Janeiro 2008 na CML:
Favor: PS, PSD e BE
Contra: CPL e PCP
Abstenção: LCC (Lisboa com Carmona)
Votação dia 19 de Fevereiro 2008 na AML:
Os CPL votaram contra na CML mas não estão representados na AML
Favor: PS e PSD
Contra: CDS-PP, PCP, PEV
Abstenção: BE
Votação a 30 de Maio de 2006 na AML:
Favor: PSD e CDS
Contra: PCP, PEV e BE
Abstenção: PS



Bem, não sei se era realmente esse o objectivo escondido de Bush, quando começou a defender, em vez da educação sexual a sério, promover-se a abstinência nas escolas americanas.
No entanto, a coisa de facto funcionou. As gravidezes entre adolescentes aumentaram em 3% de 2005 para 2006 (aproximadamente mais 20.000 bébés), bem como as doenças sexualmente transmissíveis. Ah, e o uso do preservativo (claro) diminuiu.
Some key sexually transmitted disease rates have been rising, including syphilis, gonorrhea and chlamydia. The rising teen pregnancy rate is part of the same phenomenon, said Dr. Carol Hogue, an Emory University professor of maternal and child health.
"It's not rocket science," she said.
Escusado será dizer, que um outro problema, para os conservadores, é que obviamente, o número de mães solteiras aumentou, em parte, devido a esta questão.
Caros conservadores, a natureza humana é o que é, não aquilo que queremos que seja (sinto-me um conservador ao afirmar isto). Nós bem que podemos querer negar os impulsos sexuais aos jovens, mas a realidade, é que eles vão existir e fazem parte da nossa natureza animal. Pregar a abstinência e manter os jovens na ignorância no que toca a contraceptivos, além de moralmente dúbio, simplesmente vai resultar em mais doenças e mais gravidezes.
"O Banco Comercial Português (BCP) vai informar hoje o mercado de que não houve qualquer perdão de juros a empresas controladas por Goes Ferreira, mas sim um acerto feito nos termos dos contratos de crédito existentes. " JN

A laicidade ou secularidade do Estado é um real ganho da história e da civilização. Mas, se daqui partirmos [...] para concluir que não lhe deve dar condições de autodesenvolvimento e concretização comunitária, então estamos diante duma laicidade negativa, também designada por laicismo ou secularismo.
A laicidade e a secularidade são boas, o laicismo e o secularismo são maus.
A democracia é boa, ser democrata é mau.
O Benfica está bem, ser benfiquista está mal.
Haver partidos é bom, ser de um partido é mau.
E poderíamos até dizer:
A Igreja Católica é boa, o catolicismo é mau.
É giro, é muita giro. Eles são espertos pá, bué espertos.

O polaco tem fama de ser uma das mais difíceis línguas europeias.
Ouvi esta manhã na rádio que Portugal, aproveitando-se da sua presidência da União Europeia, e todo ufano por ter sido o primeiro país europeu a abolir a pena de morte, pretendia instituir um Dia Europeu contra a Pena de Morte. Os bons propósitos portugueses foram boicotados pela Polónia, que recusou um tal Dia e propôs em vez dele a instituição de um Dia Europeu contra o Aborto e a Eutanásia.
Decididamente, há uma certa dificuldade de entendimento entre os polacos e o resto da Europa. Estamos a falar línguas diferentes...